Paisagens Imaginadas

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sábado, 12 de maio de 2018

Poema Das Mães - recitado por Rolando Boldrin

Olá, amigos e amigas visitantes,
Em homenagem a todas as mães do mundo postamos hoje, véspera do segundo domingo de maio em que comemoramos o Dia Das Mães, este vídeo do consagrado ator / cantor Rolando Boldrin no programa de televisão "Sr. Brasil " que dirige e apresenta. Nessa apresentação Rolando Boldrin recita  magistralmente o lindo poema do poeta brasileiro Giuseppe Artidori Ghiaroni. Um abraço a todos com nossos votos de Feliz Dia Das Mães'
POEMA DAS MÃES

Giuseppe Ghiaroni 



Mãe! hoje eu volto a te ver na antiga sala
onde uma noite te deixei sem fala
dizendo adeus como quem vai morrer.
E me viste sumir pela neblina,
porque a sina das mães é esta sina:
amar, cuidar, criar e depois perder.

Perder o filho é como achar a morte.
Perder o filho quando, grande e forte,
já podia ampará-la e compensá-la.
Mas nesse instante uma mulher bonita,
sorrindo, o rouba, e a velha mãe aflita
ainda se volta para abençoá-la. 

Assim parti, e nos abençoaste.
Fui esquecer o bem que me ensinaste,
fui para o mundo me deseducar.
E tu ficaste num silêncio frio,
olhando o leito que eu deixei vazio,
cantando uma cantiga de ninar.


Hoje volto coberto de poeira
e te encontro quietinha na cadeira,
a cabeça pendida sobre o peito.
Quero beijar-te a fronte, e não me atrevo.
Quero acordar-te, mas não sei se devo,
não sinto que me caiba este direito.
O direito de dar-te este desgosto,
de te mostrar nas rugas do meu rosto
toda a miséria que me aconteceu.
E quando vires e expressão horrível
da minha máscara irreconhecível,
minha voz rouca murmura "Sou eu!"

Eu bebi na taberna dos cretinos,
eu brandi o punhal dos assassinos,
eu andei pelo braço dos canalhas.
Eu fui jogral em todas as comédias,
eu fui vilão em todas as tragédias,
eu fui covarde em todas a batalhas.

Eu te esqueci: as mães são esquecidas.
Vivi a vida, vivi muitas vidas,
e só agora, quando chego ao fim,
traído pela última esperança,
e só agora quando a dor me alcança
lembro quem nunca se esqueceu de mim.

Não! Eu devo voltar, ser esquecido.
Mas que foi? De repente ouço um ruído;
a cadeira rangeu; é tarde agora!
Minha mãe se levanta abrindo os braços
e, me envolvendo num milhão de abraços,
rendendo graças, diz: "Meu filho!", e chora.

E chora e treme como fala e ri,
e parece que Deus entrou aqui,
em vez de o último dos condenados.
E o seu pranto rolando em minha face
quase é como se o Céu me perdoasse,
me limpasse de todos os pecados,
Mãe! Nos teus braços eu me transfiguro.
Lembro que fui criança, que fui puro.
Sim, tenho mãe! E esta ventura é tanta
que eu compreendo o que significa:
o filho é pobre, mas a mãe é rica!
O filho é homem, mas a mãe é santa!

Santa que eu fiz envelhecer sofrendo,
mas que me beija como agradecendo
toda a dor que por mim lhe foi causada.
Dos mundos onde andei nada te trouxe,
mas tu me olhas num olhar tão doce
que, nada tendo, não te falta nada.

Dia das Mães! É o dia da bondade
maior que todo o mal da humanidade
purificada num amor fecundo.
Por mais que o homem seja um mesquinho,
enquanto a Mãe cantar junto a um bercinho
cantará a esperança para o mundo!

Fonte: https://www.recantodasletras.com.br/poesias/1581730
Luiz M F Maia Luiz M F Maia às 09:27 Nenhum comentário:
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segunda-feira, 7 de maio de 2018

Manuela - Julio Iglesias, cantor / compositor espanhol

Manuela

Composição: Ana Magdalena / Julio Iglesias

Como la noche, como los sueños
Son tus ojos negros mi amor Manuela
Como la flor en la primavera, como la luna llena
Es así Manuela
De palabras cariñosas, de mirada inquieto

Es así Manuela
Tengo todos mis secretos
Y todos mis sueños son para Manuela
Me encanta la vida
Desde aquella tarde que llegó Manuela

Tengo la felicidad porque cada día me espera
La dulzura de sus besos
Y ese amor inmenso que me da Manuela
Cada día cada instante es más importante
Por sentir Manuela

Yo solo vivo, yo solo pienso, yo sólo sé que existo por amar Manuela
Ella me adornó la vida desde aquella tarde que llegó a Manuela
Tengo la felicidad porque cada día me espera
La dulzura de sus besos y ese amor inmenso que me da Manuela

Manuela

Manuela (tradução em português)

Como a noite, como sonhos
Seus olhos negros são meu amor Manuela
Como a flor na primavera, como a lua cheia
É assim Manuela
De palavras afetuosas, de olhar inquieto

É assim Manuela
Eu tenho todos os meus segredos
E todos os meus sonhos são para Manuela
Eu amo a vida
Desde aquela tarde que Manuela chegou

Eu tenho felicidade porque todo dia eu espero
A doçura dos seus beijos
E esse amor imenso que Manuela me dá
Todos os dias todos os momentos são mais importantes
Para sentir Manuela

Eu só vivo, eu só acho, só sei que existo para amar Manuela
Ela decorou minha vida desde aquela tarde quando chegou em Manuela
Eu tenho felicidade porque todo dia eu espero
A doçura de seus beijos e aquele imenso amor que Manuela me dá
Luiz M F Maia Luiz M F Maia às 12:06 Nenhum comentário:
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segunda-feira, 30 de abril de 2018

Por No Tener Su Mirada - Klebber Max, cantor / compositor brasileiro

Olá, amigos e amigas visitantes,
Esta postagem nos traz uma composição musical de Jorge Benner e Nezir  Oliveira, reeditada com arranjo de Klebber Max que nos brinda cantando em espanhol essa música, sucesso de anos atrás no original em português voz de Teddy Max. Esta nova e feliz versão certamente conquistará o agrado do público, principalmente do crescente fã-clube de Klebber Max, cantor/compositor que a cada dia nos surpreende com seu talento e sua versatilidade. Um abraço a todos.          
Por No Tener Su Mirada
(Por Não Ter O Seu Olhar)

Composição: Jorge Benner / Nezir Oliveira

En las horas muertas de cada día
Busco ansioso la alegría
¿Qué desgarrada ha desaparecido?
Dejando nostalgia en los ojos míos

El amor ya era
Felicidad voló
El egoísmo impera
¿Qué mundo estoy?

Estoy en un mundo vacío
Donde poco se habla de amor
Paso las noches en el frío
Buceo en la soledad y el dolor

Este dolor que siento ahora
Que me hace en todo pensar
Soy un alma que llora
Por no tener su mirada

Esta mirada cautivadora
Poseído de toda alegría
Si me miras un instante
Todo ese dolor pasaría

Ya que no me miras
Sólo me queda llorar
Por no tener su amor

Por no tener su mirada

* * *
Por Não Ter O Seu Olhar

Nas horas mortas de cada dia
Procuro ansioso a alegria
Que desgarrada desapareceu
Deixando saudades nos olhos meus

O amor já era
Felicidade voou
O egoísmo impera
Que mundo estou?

Estou num mundo vazio
Onde pouco se fala de amor
Passo as noites no frio
Mergulhado na solidão e na dor

Essa dor que sinto agora
Que me faz em tudo pensar
Sou uma alma que chora
Por não ter o seu olhar

Esse olhar cativante
Possuído de toda alegria
Se me olhasse um instante
Toda essa dor passaria

Já que não me olhas
Só me resta lamentar
Por não ter o seu amor
Por não ter o seu olhar


Luiz M F Maia Luiz M F Maia às 17:46 Nenhum comentário:
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domingo, 29 de abril de 2018

Rosas Vermelhas Para Uma Dama Triste - Alberto Mota e seu conjunto

Olá, amigos e amigas visitantes,
A orquestra paraense de Alberto Mota despontou entre as melhores do Brasil na década de 60 do século passado. Alcançou grande sucesso principalmente em Belém, sendo prestigiada  pelas agremiações e clubes que solicitavam sua apresentação em seus bailes, por exigência dos incontáveis admiradores de sua qualidade musical e seu repertório de muito bom gosto. A orquestra gravou vários sucessos musicais em discos LP, muitos certamente ainda guardados pelos fãs e colecionadores. Entretanto, graças à tecnologia atual podemos ouvir alguns desses sucessos  deixados por essa maravilhosa orquestra que se tornou orgulho dos paraenses. Postamos hoje uma dessas músicas cantada pelo crooner (vocalista) do conjunto, sucesso também naqueles anos nas interpretações de vários cantores brasileiros famosos, notadamente Carlos Gonzaga e Nilton César. A canção original foi gravada também pelo canadense Paul Anka e pelo norte-americano Dean Martin. Um abraço a todos, neste final de abril de chuvas mil.  
Rosas Vermelhas Para Uma Dama Triste
(Red Roses For A Blue Lady)

Composição:
 Roy Brodszky / Sid Tepper / Versão em português -  Juvenal Fernandes

Eu vou mandar
Rosas para alguém triste
Lindas rosas rubras
Perfumadas, vermelhas
Rosas dizem: Sonho que o amor existe
E as brigas que tivemos
Nunca mais queremos

E quando alguém triste
Receber rosas
Lembrará sorrindo da tolice
Das coisas que se disse
Sem mágoa e sem rancor
Pois nada de melhor
Que o nosso amor
Luiz M F Maia Luiz M F Maia às 21:21 Nenhum comentário:
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sexta-feira, 20 de abril de 2018

L'Ultima Cosa - Roberto Carlos, cantor / compositor brasileiro

Olá, amigos e amigas visitantes,
Nossas homenagens vão para Roberto Carlos – pela data de seu aniversário comemorado na noite de ontem em Belém, entre milhares de fãs que o aplaudiram e com muito entusiasmo cantaram parabéns ao Rei. Apresentou-se no Hangar cantando várias músicas selecionadas de seu extenso repertório. Parabéns ao rei, à equipe de técnicos e à orquestra que o acompanha em suas apresentações em grandiosos espetáculos de música, luzes e cores, um vibrante show que faz a alegria do público. Em sua carreira Roberto Carlos também fez gravações em outros idiomas. Esta postagem nos mostra a versatilidade do rei cantando em italiano. Um abraço a todos.
 
L'Ultima Cosa

Composição: Beretta  / Balsamo

Io sono l'ultima cosa per te
Tutto e poi tutti, e poi me
L'ultima cosa per te
Tutto e poi tutti, e poi me
Sono l'ultima foglia del cuma staccarsi dal ramo
Sono l'ultima stella che splende in um cielo lontano
Sono l'ultima goccia di pioggia cadere sul fiore
Ma io sono, io sono, io sono, io sono l'amore!

Io sono l'ultima cosa per te
Tutto e poi tutti, e poi me
Oh! l'ultima cosa per te
Tutto, e poi tutti, e poi me
Sono l'ultima onda di un mare che bacia la sponda
Sono l'ultima eco di um grido che ancora ti risponda
Sono l'ultima luce del sole di un giorno che muore
Ma io sono, io sono, io sono, io sono l'amore!

Io sono l'ultima cosa per te
Tutto e poi tutti, e poi me
L'ultima cosa per te
Tutto e poi tutti, e poi me
Sono l'ultima pagina bianca di un lungo discorso
Sono l'ultima ora di un'anno, di un'anno transcorso
Sono l'ultima cosa del mondo che vuole il tuo core
Ma io sono, io sono, io sono, io sono l'amore!

Io sono l'ultima cosa per te
Tutto e poi tutti, e poi me
L'ultima cosa per te
Tutto e poi tutti, e poi me
Luiz M F Maia Luiz M F Maia às 10:05 Nenhum comentário:
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sábado, 31 de março de 2018

Espumas Ao Vento - Lara Amélia - cantora / Flávio José - sanfoneiro cantor brasileiro

Olá, amigos e amigas visitantes.
Pela terceira vez postamos esta composição de Accioly Neto. A primeira vez em 13/12/2012 em um vídeo com cenas do filme Lisbela E O Prisioneiro, na voz inigualável de Elza Soares nossa querida cantora brasileira de renome internacional. A segunda vez em 21/11/2013 na voz do não menos famoso cantor brasileiro Raimundo Fagner, em vídeo de nossa produção. Composições de rara qualidade não são facilmente esquecidas, daí que são escolhidas e reeditadas em gravações de outros famosos intérpretes. Em nossa opinião o público ganha. Mais uma vez é presenteado com a música Espumas Ao Vento em duas vozes, Lara Amélia e Flávio José, merecedores de nossos calorosos aplausos pela primorosa interpretação. Um abraço a todos.   
Espumas Ao Vento

Composição: Accioly Neto

Sei que aí dentro ainda mora um pedacinho de mim
Um grande amor não se acaba assim
Feito espumas ao vento
Não é coisa de momento
Raiva passageira
Mania que dá e passa feito brincadeira
O amor deixa marcas que não dá pra apagar
Sei que errei e estou aqui pra te pedir perdão
Cabeça doida, coração na mão
Desejo pegando fogo
Sem saber direito aonde ir e o que fazer
Eu não encontro uma palavra só pra te dizer
Mas se eu fosse você, amor, eu voltava pra mim de novo
E de uma coisa fique certa, amor
A porta vai estar sempre aberta, amor
O meu olhar vai dar uma festa, amor
Na hora que você voltar.
Luiz M F Maia Luiz M F Maia às 20:11 Nenhum comentário:
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domingo, 28 de janeiro de 2018

Fenômeno Azul - Warilou, banda musical brasileira


Luiz M F Maia Luiz M F Maia às 10:37 Nenhum comentário:
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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Fã Nº 1 - Guilherme Arantes, cantor / compositor brasileiro

Fã Nº 1

Composição: Guilherme Arantes

Você nem desconfia e o que eu não daria
Por seu amor
Onde você anda
Nem sei como chamo a sua atenção
Que eu existo aposto que pode dar certo
Esse romance aberto dentro de mim
Você nem imagina que eu te inundaria
Toda de som
Luz da ribalta
Te quero no palco
Palco

Entra em cena faz seu número
Faz meu gênero ser seu fã n. 1
Ali no gargarejo jogando beijo

Luiz M F Maia Luiz M F Maia às 13:41 Nenhum comentário:
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terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Pra Ser Sincero - Engenheiros do Hawaii, banda brasileira de rock



Pra Ser Sincero

Composição: Humberto Gessinger / Augusto Licks

Pra ser sincero
Não espero de você
Mais do que educação
Beijo sem paixão
Crime sem castigo
Aperto de mãos
Apenas bons amigos

Pra ser sincero
Não espero que você
Minta
Não se sinta capaz
De enganar
Quem não engana
A si mesmo

Nós dois temos
Os mesmos defeitos
Sabemos tudo
A nosso respeito
Somos suspeitos
De um crime perfeito
Mas crimes perfeitos
Não deixam suspeitos

Pra ser sincero
Não espero de você
Mais do que educação
Beijo sem paixão
Crime sem castigo
Aperto de mãos
Ainda bons amigos

Pra ser sincero
Não espero que você
Me perdoe
Por ter perdido a calma
Por ter vendido a alma
Ao diabo

Um dia desse
Num desses
Encontros casuais
Talvez a gente
Se encontre
Talvez a gente
Encontre explicação

Um dia desses
Num desses
Encontros casuais
Talvez eu diga
Minha amiga
Pra ser sincero
Prazer em vê-la
Até mais

Nós dois temos
Os mesmos defeitos
Sabemos tudo
A nosso respeito
Somos suspeitos
De um crime perfeito
Mas crimes perfeitos
Nunca deixam suspeitos
Luiz M F Maia Luiz M F Maia às 13:52 Nenhum comentário:
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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Errei Sim - Paula Toller, cantora brasileira


Olá amigos e amigas visitantes,
Em tenaz garimpagem à procura de preciosidades da música popular brasileira encontramos aqui e ali reedições de clássicos como este postado hoje. Fez estrondoso sucesso na voz de Dalva de Oliveira. Trata-se de uma composição do mestre Ataulfo Alves revivida na interpretação de Paula Toller em grande estilo e excepcional arranjo musical. A letra são versos de um tema atemporal. Passam os anos, mas os conflitos amorosos continuam na mesma roda de paixões. Um abraço a todos.

Errei Sim

Composição: Ataulfo Alves

Errei sim
Manchei o teu nome
Mas foste tu mesmo
O culpado
Deixavas-me em casa
Me trocando pela orgia
Faltando sempre
Com a tua companhia

Lembro-te agora que não é só
Casa e comida
Que prende por toda a vida
O coração de uma mulher

As jóias que me davas
Não tinham nenhum valor
O mais caro me negavas
Que era todo o teu amor
Mas, se existe ainda
Quem queira me condenar
Que venha logo
A primeira pedra
Me atirar

Luiz M F Maia Luiz M F Maia às 10:38 Nenhum comentário:
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terça-feira, 8 de agosto de 2017

A Garça Mocorongou - Paulo Barreto, cantor / compositor brasileiro

A Garça Mocorongou

Composição: Paulo Barreto

A garça namoradeira
Que Dona Onete cantou
Do pitiú do Veropa
Pro rio Tapajós se mandou

O urubu enjeitado
Voltou para  o Marajó
E a pernalta em Santarém
É musa do carimbó

Ganhou nome de batismo
É Gisele, seu doutor
Esbanjando pavulagem
A garça mocorongou
Está bombando no rádio
Televisão e jornal
Engresilha preferida
do blogueiro radical

Gisele virou modelo
nas lentes do retratista
Estrela do Facebook
Tira selfie com o turista
A branca tá mais famosa
Que o macaco e o maçarico
Nem pesca mais pelo rio
Recebe o peixe no bico

A garça virou rainha 
Fez da mangueira seu trono
Ao contrário do urubu
Que não tem casa nem dono

O problema da magrela é a neve
Que atira ao chão
Com rajada bem certeira
No carro do cidadão
Luiz M F Maia Luiz M F Maia às 10:26 Nenhum comentário:
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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Coimbra - Roberto Carlos, cantor brasileiro

Olá, amigos e amigas visitantes,
Coimbra, cidade de Portugal chamada de cidade dos doutores por acolher  e formar com distinção em sua universidade estudantes de várias  nacionalidades, ressalta-se mais em sua beleza nos versos de José Galhardo e melodia de Raul Ferrão, composição interpretada por renomados cantores. Postamos hoje um vídeo com essa linda canção gravada na década de 60 por Roberto Carlos, por isso sentimo-nos dispensados de escrever sobre o sucesso alcançado. Quem curtiu o tempo da jovem guarda sabe disso e sem dúvida relembra com saudade. Um abraço a todos.


Coimbra   (Abril Em Portugal)

Composição: José Galhardo / Raul Ferrão

Coimbra do choupal
Ainda és capital
Do amor em Portugal, ainda
Coimbra onde uma vez
Com lágrimas se fez
A história dessa Inês tão linda
Coimbra das canções
Coimbra que nos põe
Os nossos corações, à luz...
Coimbra dos doutores
Pra nós os seus cantores
A fonte dos amores és tu.
Coimbra é uma lição
De sonho e tradição
O lente é uma canção
E a lua a faculdade
O livro é uma mulher
Só passa quem souber
E aprende-se a dizer saudade.

Luiz M F Maia Luiz M F Maia às 17:02 Nenhum comentário:
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sábado, 24 de junho de 2017

Curió Do Bico Doce - Gonzaga Blantez, poeta / compositor brasileiro

Curió Do Bico Doce

Composição: Gonzaga Blantez

Curió do bico doce
passarinho quem te trouxe 
pra chamar meu carimbó
Foi Verequete, verê
Foi Verequete, verê
Foi Verequete, foi Lucindo e Cupijó

Curió do bico doce
passarinho quem te trouxe 
pra chamar meu carimbó
Foi Verequete, verê
Foi Verequete, verê
Foi Verequete, foi Lucindo e Cupijó

Na sombra do cajueiro
Lá no fundo do quintal
A moça que roda a saia é mimo de Marambaia 
na roda de carimbó
Na sombra do cajueiro
Lá no fundo do quintal
A moça que roda a saia é mimo de Marambaia 
na roda de carimbó

Curió do bico doce 
passarinho quem te trouxe 
Pra chamar meu carimbó
Curió do bico doce 
passarinho quem te trouxe 
Pra chamar meu carimbó
Curió do bico doce 
passarinho quem te trouxe 
Pra chamar meu carimbó
Curió do bico doce 
passarinho quem te trouxe 
Pra chamar meu carimbó


Luiz M F Maia Luiz M F Maia às 17:27 Nenhum comentário:
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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Santarém - A Pérola Do Tapajós

Olá, amigos e amigas visitantes,
Retorno a este blog após um período de mais de três meses ausente por motivos alheios a minha vontade. Blog ontem reativado e por feliz coincidência em data comemorativa do aniversário da cidade de Santarém, oeste do Estado do Pará.
Santarém completou ontem 356 anos desde seu começo como simples aldeia no meio da Amazônia Brasileira, hoje bela e próspera cidade, especialmente atrativa por situar-se em região de singular beleza natural com seu manancial de correntes de águas cristalinas margeadas de praias com fina areia que surgem de agosto a janeiro, quando cessa o período chuvoso e baixa o nível dos rios.
A essa atração soma-se a receptividade de seu povo prestativo, acolhedor e simpático com os visitantes. Além disso, é um berço de artistas cultores de diversos dons: músicos, poetas, retratistas da fauna e da flora amazônica e artesãos de rara habilidade, juntando-se a estes os especialistas na rica culinária regional. Um povo consciente de seu potencial que, por todas essas qualidades, em júbilo exalta e declara amor à sua terra natal em letras e músicas belas e envolventes.
Uma data feliz para nosso retorno e oportunidade para dizermos Parabéns Santarém, Pérola do Tapajós. Um abraço a todos.
Pérola Do Tapajós
(Valsa)

Letra: Felisbelo Sussuarana
Música: Pedro Santos e Wilson Fonseca (1935)

Tu és, ó cidade de beleza,
Na doce paz da tua singeleza
A resplender, banhada de arrebóis,
A pérola encantada
Do altivo Tapajós!
Em ti, a sonhar, doce recanto,
Sonhos de amor
Eu vivo num quebranto
Consolador.
Rincão de encantos mil,
Pedaço de alvorada dentro do Brasil!

Pra te cantar
E exalçar,
Ó meu rincão,
Ó bem meu,
Da aurora roubo
O clarão!
Roubo do sol os raios e o calor
E o doce olor
Dos rosais;
Roubo o matiz
Do arrebol,
E roubo mais
O primor
Do rouxinol!
Santarém, terra mimosa,

Teu lindo nome
Quero banhado de mil sóis,
A graça majestosa
Do teu grande rio,
Desse Tapajós!

Ó meu rincão,
Tuas morenas
Filhas pequenas
Amo com esta afeição
Que vem do amor
Que me faz cantor!
Luiz M F Maia Luiz M F Maia às 14:19 Nenhum comentário:
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Luiz M F Maia
Antes eu me preocupava em ganhar o bastante para a manutenção da casa, para o meu sustento e de minha família. Cumprido meu tempo como empregado, aposentei-me e daí em diante com mais tempo disponível, passei a escrever fatos e histórias inventadas. Um amigo perguntou-me: Escreves por diletantismo? Sim, respondi. Não busco fama nem riqueza escrevendo e vendendo livros. Não tenho essa ilusão principalmente num país onde a maioria da população não tem o hábito de ler. Admiro vários escritores e escritoras do passado e igualmente do presente, alguns profissionais ótimos articulistas que mantêm colunas em jornais e revistas. Essa minha admiração começou quando eu ainda jovem pegava um jornal e procurava com avidez a coluna de Nelson Rodrigues, “A Vida Como Ela É”. A vida como ele descrevia, em realidade, sem evasivas, em personagens sem falsos pudores. Hoje muitos escrevem, todos e eu incluído nessa massa de anônimos, todos querem leitores para seu trabalho, cada um sentir a satisfação de ser lido, mas poucos nos conquistam com seus escritos. Sorte ou acaso algumas obras de bons escritores chegam às nossas mãos e ao nosso deleite. Como escritor, espero conseguir a atenção de vocês.
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