quarta-feira, 6 de março de 2013

Mulher - Erasmo Carlos, cantor e compositor brasileiro

Mulher

Composição: Erasmo Carlos / Narinha

Dizem que a mulher
É o sexo frágil
Mas que mentira
Absurda!
Eu que faço parte
Da rotina de uma delas
Sei que a força
Está com elas
Vejam como é forte
A que eu conheço
Sua sapiência
Não tem preço
Satisfaz meu ego
Se fingindo submissa
Mas no fundo
Me enfeitiça
Quando eu chego em casa
À noitinha
Quero uma mulher só minha
Mas pra quem deu luz
Não tem mais jeito
Porque um filho
Quer seu peito
O outro já reclama
A sua mão
E o outro quer o amor
Que ela tiver
Quatro homens
Dependentes e carentes
Da força da mulher
Mulher! Mulher!
Do barro
De que você foi gerada
Me veio inspiração
Pra decantar você
Nessa canção
Mulher! Mulher!
Na escola
Em que você foi
Ensinada
Jamais tirei um 10
Sou forte
Mas não chego
Aos seus pés

segunda-feira, 4 de março de 2013

A Noite Do Meu Bem - Dolores Duran, cantora e compositora brasileira

A Noite Do Meu Bem

Composição: Dolores Duran

Hoje eu quero a rosa mais linda que houver
E a primeira estrela que vier
Para enfeitar a noite do meu bem
Hoje eu quero paz de criança dormindo
E abandono de flores se abrindo
Para enfeitar a noite do meu bem
Quero a alegria de um barco voltando
Quero ternura de mãos se encontrando
Para enfeitar a noite do meu bem
Ah! eu quero o amor, o amor mais profundo
Eu quero toda beleza do mundo
Para enfeitar a noite do meu bem
Quero a alegria de um barco voltando
Quero ternura de mãos se encontrando
Para enfeitar a noite do meu bem
Ah! como este bem demorou a chegar
Eu já nem sei se terei no olhar
Toda pureza que eu quero lhe dar

sábado, 2 de março de 2013

Grande Amor - Clara Nunes. cantora brasileira

Olá, amigos e amigas visitantes,
Muito já se escreveu sobre a Mulher e mais continuamos a escrever. Uma quantidade imensa em prosa e verso, frases que se ocupassem espaço físico cobririam o mundo todo. Por esse motivo há tantos escritos que escapam ao nosso conhecimento, assim como é restrita nossa visão do próprio mundo em que vivemos. Alguns poucos que li nessa vastidão fizeram com que eu assim concluísse. Há alguns anos escrevi uma crônica sobre o tema Mulher sob o título “São elas...”, que será postada neste blog na próxima semana, em duas partes. Sobre isso explico desta maneira: Por costume começo a escrever e se nada ou ninguém me interromper vou alongando a conversa. Ainda pelo meio do assunto e depois no final corto o que entendo como demasiado. Tarefa cuidadosa, pois creio que quem escreve tem receio de mutilar seu texto. Quero também que saibam de minha aversão ao prolixo e não desejo para mim essa pecha. Peço a Deus não me achem enfadonho. Termina aqui essa conversa e começa março de Marte, Deus da Guerra. Coincidência ou não com o mês em que ocorrem homenagens à Mulher, implicar com qualquer delas é comprar uma guerra. Melhor mesmo para o homem é estar de bem com elas e tentar adivinhá-las por vários ângulos. Qual o homem que já não perdeu uma valiosa parceira apenas por cegueira ou falta de tato? Sejamos honestos. Mal-entendidos à parte, aplausos a todas as mulheres e saudações pelo seu dia, 8 de março.  Por conta desse mérito este blog inicia o mês com as cantoras Maysa e Clara Nunes, duas divas da música brasileira. Um abraço a todos.
Grande Amor

Composição: Martinho da Vila

Um grande amor
Sempre tem melancolia
Tem tristeza e alegria
Num mundo de ilusão
Num grande amor
Tem de tudo um bocadinho
Tem ternura e tem carinho
Tem castigo e tem perdão
Se o amor se vai, saudade vem
Um novo amor virá também
Se alguém brigou, sorriu, cantou
Feliz ficou
Se amou demais, perdeu a paz
Chorou, chorou

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Onde Anda Você - Maria Creuza, cantora brasileira

Onde Anda Você

Composição: Hermano Silva / Vinícius de Moraes

E por falar em saudade, onde anda você
Onde andam seus olhos que a gente não vê
Onde anda esse corpo que me deixou morto de tanto prazer
E por falar em beleza onde anda a canção
Que se ouvia na noite dos bares de então
Onde a gente ficava, onde a gente se amava em total solidão
Hoje eu saio na noite vazia, numa boemia sem razão de ser
Na rotina dos bares, que apesar dos pesares me trazem você
E por falar em paixão, em razão de viver
Você bem que podia me aparecer nestes mesmos lugares
Na noite, nos bares, onde anda você

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Minha Serenata - Carlinho Patuá, cantor e compositor brasileiro

Olá, amigos e amigas visitantes,
Nesta postagem de hoje trago a vocês minha primeira produção em videoclipe com a música "Minha Serenata", na voz de meu dileto amigo Carlinho Patuá, cantor e compositor amazonense nascido em Parintins. Há outras composições com o mesmo título, entretanto, creio ser esta a mais antiga e a mais conhecida do público brasileiro. É grande a escassez de vídeos de muitas músicas antigas, mesmo de aquelas que fizeram sucesso por muitos anos. Por esse motivo resolvi criar meus vídeos para as minhas escolhidas sem diponibilidade de clipes, ou acompanhadas de apenas uma imagem. Recebi valiosa ajuda de meu filho Lucinei na produção deste meu primeiro trabalho e creio ter aproveitado bem as aulas pelo que fiquei satifeito com o vídeoclipe concluído. Espero que vocês também gostem. A música é cópia da faixa 3 do CD de título "Completamente Feliz" que Carlinho Patuá gravou em parceria com o cantor Paulinho Melodia, nosso amigo já falecido. Um abraço a todos.       
Minha Serenata

Composição: Orlando Dias / Jocemar Ribeiro

Soluça, violão de serenata
Este silêncio maltrata
Entristece o meu coração
Lua, companheira de desventura
Vem clarear a noite escura
Afastando-me da solidão
Os acordes do meu pinho
Parecem dizer baixinho
Antigas juras de amor
Em ti, dois corações em festa
Numa noite igual a esta
Trocavam idílios em flor
No meu cantar soluçante
Só tu, ó lua errante
Ouves a minha canção
Na qual exponho a dor que me mata
Nesta minha serenata
Na voz do meu violão
Na qual exponho a dor que me mata
Nesta minha serenata,
Na voz do meu violão

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

O Bailarino - Conto de Luiz M F Maia


O Bailarino
Até o próprio irmão que se julgava um galã irresistível, vez por outra deixava escapar uma expressão de inveja, principalmente quando diante de seus olhos ele as arrebatava nos braços, as mais disputadas jovens, assim vistas como as de mais estonteante beleza nas festas dançantes em que marcávamos presença, fosse qualquer salão, sobretudo porque elas mesmas haviam se esforçado para que os convites caíssem nas mãos do inigualável dançarino.
O irmão era bom, mas não lhe chegava aos pés, porque ele as fazia rodopiar, girar entre luzes de sonho, embalava-as trocando passos com tal leveza que as extasiava, como se estivessem a voar sobre as flores de um imenso campo, em perfeita comunhão com o ritmo da música que os enlevava.

Talvez elas estivessem a recordar algum momento em que já haviam vivido a plenitude de um amor que brotara no passado, no enlaçar de suas cinturas pelo príncipe de suas quimeras.
Sublimava-se o bailarino naquele prazer, mórbido prazer, pois sabia quão efêmero era o sonho de cada uma delas, a colocar em questão a vez de dançar com o sedutor dos salões, todas a aguardar pacientemente o momento de sorver um pouco do seu veneno, a dose certa que as fazia entrar no torpor endoidecido, prostradas ao seu abraço, a enaltecê-lo na aura dos perfumes femininos. E ele a dar-lhes em troca tudo de si, toda a sua paixão, e o calor de seu corpo a desfazer-se em gotículas.
Terminado o baile elas desapareciam como borboletas assustadas a vaguear além das sebes do seu domínio. E o irmão a caçoar, fazes o papel de um gigolô fracassado, deixaste-as escapar todas elas, pudera, és feio demais para conseguir enlaçar de verdade pelo menos uma. O que te falta é um charme atraente como o meu, és muito presunçoso, gostarias de estar no meu lugar, retrucava ele. E quem tem inveja de um feio? Rebatia o irmão e assim ficavam a trocar provocações continuadas entre tacacás, tapioquinhas com manteiga e cafés, ou se muita a fome, entre pratos de macarrão, tomate e ovos em banca de comida na feira de Santa Luzia, varando madrugada adentro, até chegarem em casa onde caíam em suas camas feito dois bêbados extrapolados até o dia seguinte, em que só levantavam às custas das advertências da mãe a cumprir a ordem do padrasto que lhes dava a casa para morar. Acorda-os, dizia o velho, chega de vagabundagem.

(Extraído do Livro "Homens e Mulheres em Contos, Amores e Conflitos")

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Fica Pra Depois - Klebber Max, cantor e compositor brasileiro

Olá, amigos e amigas visitantes,
Depois das postagens de "Canção De Trazer Saudade", "Sonho de Reviver" e "Felicidade Errante", "Fica Pra Depois" é mais uma e mais recente, novíssima composição que fiz em parceria com Klebber Max. A vocês que me prestigiam com suas visitas, trago esta música com a voz de Klebber antes do lançamento do próximo CD desse cantor e compositor de muito talento, no qual serão incluídas as quatro composições. Assim que produzido, informarei neste blog a disponibilidade para venda. As demais músicas estão relacionadas na capa do CD, visualizado no site www.klebbermax.com.br . Igualmente como falei das três primeiras, espero que esta composição também agrade a todos. Tomara que sim. Tchau e bom carnaval. 
Fica Pra Depois

Composição: Klebber Max / Luiz M F Maia

Fica pra depois
Minha decisão de romper
As quatro linhas
Que me prendem
Na ilusão que tuas vontades
São exatamente
Iguais às minhas

Na crueza da verdade
Sou a ti conveniente
Para depois fica então,
Minha decisão
Ou num repente,
Tanto faz
Nessa triste conclusão

Giras a chave, fechas cortinas
Para que somente eu
Te ofereça tudo à mão
E encontre solução
Para tuas mágoas

Eu te vejo pelo espelho e ris
Ao perceber que tento disfarçar
O quanto me encanta tua imagem

Mas, na crueza da verdade
Cada vez mais te distancias
Tuas almofadas macias e tão frias
Não conservam o calor de minha paixão
Neste espaço em quatro linhas de ilusão
                  
Sou apenas caçador dos teus desejos
Digo sim na sedução do teu abraço
Ao teu sorriso no espelho eu prometo
O resgate dos teus sonhos
E nessa ânsia me perco no que faço

Fica pra depois, não quero crer
Nessa decisão que quase certo
Nunca virá amanhã tão perto


Cachaça Não É Água - Marchinha carnavalesca


Não se exceda na bebida. Saiba aproveitar o carnaval até o fim.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Sonata Ao Luar - Ludwig van Beethoven

Olá, amigos e amigas visitantes,
Faço hoje a inserção neste blog de uma composição clássica  - Sonata Ao Luar, criação de um dos homens considerados gênios da música, Beethoven. Ao ouvirmos sons tão melodiosos, qual a reação de cada um de nós?  O que produz em nossos sentidos? Possivelmente além de qualquer sentimento de amor, de paz, de nostalgia, de tristeza, de saudade, ou de íntima alegria, sentimos na verdade um deslumbramento, um enlevo transcendente a qualquer outro já experimentado em nosso íntimo. Sentimos uma grandiosidade que se revela também pela música e chega até nós criaturas humanas, para nos suprir de energia, de esperança e crença que a vida, assim como a música que se desdobra em harmonia, é imorredoura, mesmo em nós, viventes em frágeis corpos. Somos por natureza limitados, porém, capazes de viajar no espaço/tempo e sentir-nos através dos sons, rodeados pelos planos superiores do universo. Esse universo que nos permite admirar também com o sentido da visão em imagens de noites enluaradas, uma pequena parte de sua belíssima e imensurável grandeza. Um abraço a todos.      

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Terra Morena - Nazaré Pereira, cantora brasileira

Olá, amigos e amigas visitantes,
"Terra Morena" evoca em sua letra a abrangência da música brasileira em seus diversos ritmos. Essa diversidade se faz presente em qualquer lugar do Brasil. Obviamente existe predominância de alguns ritmos característicos em certas épocas do ano, principalmente no carnaval animado com samba e marchinha; na quadra junina prevalece o forró, o "arrasta pé", o xote, o xaxado, o baião, e outros de gênero parecido. No todo, porém, qualquer música para dançar em qualquer baile no Brasil encontra seus simpatizantes e não raro exímios dançarinos. A cantora denomina afetuosamente "Terra Morena" a Xapuri, cidade do Estado do Acre, onde nasceu e à Vila de Icoaraci, distrito da capital Belém do Pará, para onde se mudou com sua família. Todavia, podemos dar a qualquer lugar de nossa estima esse carinhoso apelido. Terra Morena é pois, o Brasil em sua totalidade geográfica e em sua diversidade musical irmanada.
Ao ritmo desta música - o lundu, de origem africana - os pares dançam soltos, requebram, volteiam e  executam passos cadenciados em postura corporal que enfatiza sedução e erotismo. É um ritmo que no Pará permanece vivo e a dança é preservada por grupos de profissionais que se apresentam principalmente aos turistas. Quanto à cantora Nazaré Pereira, mora em Paris, mas vez em quando vem ao Brasil. Embora natural do Acre, fala de si como Nazaré das Mangueiras, isto é, de Belém, Cidade das Mangueiras, Manga City ou Mangueirosa, assim como a chamam alguns. Mais sobre Nazaré Pereira no blog http://nazarepereiradobrasil.blogspot.com.br . Um abraço a todos.             
Melhor visualizado em tela cheia (Full screen)
Terra Morena

Carnaval Carioca 2013 - Banda de Ipanema

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Sonhos - Peninha, cantor e compositor brasileiro

Sonhos

Composição: Peninha

Tudo era apenas
Uma brincadeira
E foi crescendo
Crescendo, me absorvendo
E de repente eu me vi assim
Completamente seu...
Vi a minha força
Amarrada no seu passo
Vi que sem você não tem caminho
Eu não me acho
Vi um grande amor
Gritar dentro de mim
Como eu sonhei um dia...
Quando o meu mundo
Era mais mundo
E todo mundo admitia
Uma mudança muito estranha
Mais pureza, mais carinho
Mais calma, mais alegria
No meu jeito de me dar...
Quando a canção
Se fez mais forte
E mais sentida
Quando a poesia
Fez folia em minha vida
Você veio me contar
Dessa paixão inesperada
Por outra pessoa...
Mas não tem revolta não
Eu só quero
Que você se encontre
Ter saudade até que é bom
É melhor que caminhar vazio
A esperança é um Dom
Que eu tenho em mim
Eu tenho sim
Não tem desespero não
Você me ensinou
Milhões de coisas
Tenho um sonho em minhas mãos
Amanhã será um novo dia
Certamente eu vou ser mais feliz...
Quando o meu mundo
Era mais mundo
E todo mundo admitia
Uma mudança muito estranha
Mais pureza, mais carinho
Mais calma, mais alegria
No meu jeito de me dar...
Quando a canção
Se fez mais forte
E mais sentida
Quando a poesia realmente
Fez folia em minha vida
Você veio me contar
Dessa paixão inesperada
Por outra pessoa...
Mas não tem revolta não
Eu só quero
Que você se encontre
Ter saudade até que é bom
É melhor que caminhar vazio
A esperança é um Dom
Que eu tenho em mim
Eu tenho sim
Não tem desespero não
Você me ensinou
Milhões de coisas
Tenho um sonho em minhas mãos
Amanhã será um novo dia
Certamente eu vou ser mais feliz

Meu Enxoval - Jackson do Pandeiro, cantor brasileiro


Meu Enxoval

Composição: Gordurinha / José Gomes

Eu fui para São Paulo procurar trabalho
E não me dei com o frio
Tive que voltar outra vez para o Rio
Pois aqui no Distrito Federá
O calor é de lascar
E veja o meu azar:
Comprei o "Jornal do Brasil"
Emprego tinha mais de mil
E eu não arranjei um só...
Telegrafei para a vovó
Ela tem uma bodega em Recife, Pernambuco
Eu disse pra ela que estou quase maluco
E que não tenho nem onde morar, o quê que há?
Estou dormindo ao relento, valei-me nossa Senhora!
O meu travesseiro é um "Diário da Noite"
E o resto do corpo fica na "Última Hora".
Mas se eu voltar, aquela turma lá do Norte me arrasa
Principalmente o povo lá de casa
Que vai perguntar por que é que eu fui embora.
Por isso eu vou ficando
Dormindo aqui na porta do Municipal
Com quatro mil-réis eu compro o enxoval:
"Diário da Noite" e a "Última Hora".


 

Amarelinha - (Hinkelbaan - La Marelle) - Nazaré Pereira, cantora brasileira

Amarelinha

Composição: R. Casoy de Queiroz / JC Pereira Conde / F Leibovitz / J. Nuissl

Hinkelbaan
La Marelle

Jogo d'Amarelinha
Na linha não vai pisar

Pé dentro, pé fora
Esse pé não vai errar
Jogo d'Amarelinha
É pra menina pular
Cuidado pra não errar que a vida
É curta menina e nada se vai levar

Le jeu de la Marelle
Va de la terre jusqu'au ciel
Entre la chance et le puits
Tu reviens et c'est fini
Petite, petite fille
Tu es là pour t'amuser
Lance bien la pierre
Prends garde où tu mets tes pieds

Jogo d'Amarelinha
E a vida quer durar
Tem un diamante no umbigo
Cuidado pode quebrar
Menina pequenininha
Tonta de tanto chorar
Teu choro é uma lagoa
E é la que eu vou me banhar

Le jeu de la Marelle
Va de la terre jusqu'au ciel
Entre la chance et le puits
Tu reviens et c'est fini
Petite, petite fille
Tu es là pour t'amuser
Lance bien la pierre
Prends garde où tu mets tes pieds

Jogo d'Amarelinha
Na linha não vai pisar
Pé dentro, pé fora
Esse pé não vai errar
Jogo d'Amarelinha
È pra menina pular
Cuidado pra não errar que a vida
É curta menina e nada se vai levar

Le jeu de la Marelle
Va de la terre jusqu'au ciel
Entre la chance et le puits
Tu reviens et c'est fini
Petite, petite fille
Tu es là pour t'amuser
Lance bien la pierre
Prends garde où tu mets tes pieds

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Caça E Caçador - Fábio Jr., cantor brasileiro

Caça E Caçador

Composição: Eric Bulling / Claudio Rabello

Você pintou como um sonho
Eu fui atrás com tudo
Se isso são coisas do amor
Acredito que estou
Vivendo em outro mundo...
Como é que eu posso dizer
Não!
Fugir do paraíso
Você me faz o que eu sou
Caça e caçador...
E se um grande prazer
Rola pelo ar
Brilhante como
Uma estrela
Leve e louco
Sem pressa de acabar
A gente nem pensa na hora
Passa dia e noite assim
O amor não tem que ser
Uma história
Com princípio, meio e fim...
Quem guarda tudo em segredo
E vive numa ilha
De repente o amor
Por destino ou dispor
Joga armadilha
Não há mistérios
Na paixão
Verdades ou mentiras
A gente é o que é
Homem ou mulher...
Mas se um grande prazer
Rola pelo ar
Brilhante como
Uma estrela
Leve e louco
Sem pressa de acabar
A gente nem pensa na hora
Passa dia e noite assim
O amor não tem que ser
Uma história
Com princípio, meio e fim...
Você olha prá mim
E é tão fácil mudar
Qualquer plano
Eu te quero assim
Cada vez mais te amo
Eu te amo...
Eu te amo!
E se um grande prazer
Rola pelo ar
Brilhante como
Uma estrela
Leve e louco
Sem pressa de acabar
A gente nem pensa na hora
Passa dia e noite assim
O amor não tem que ser
Uma história
Com princípio, meio e fim...


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Sozinho - Tim Maia, cantor e compositor brasileiro

Sozinho


Composição: Peninha

Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus desejos e planos
Secretos
Só abro pra você mais ninguém
Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela de repente me ganha?
Quando a gente gosta é claro que a gente cuida
Fala que me ama, só que é da boca pra fora
Ou você me engana ou não está madura
Onde está você agora?

Meu Mundo E Nada Mais - Guilherme Arantes, cantor e compositor brasileiro



Meu Mundo E Nada Mais


Composição: Guilherme Arantes

Quando eu fui ferido
Vi tudo mudar
Das verdades
Que eu sabia
Só sobraram restos
Que eu não esqueci
Toda aquela paz
Que eu tinha
Eu que tinha tudo
Hoje estou mudo
Estou mudado
À meia-noite, à meia luz
Pensando
Daria tudo, por um modo
De esquecer
Eu queria tanto
Estar no escuro do meu quarto
À meia-noite, à meia luz
Sonhando
Daria tudo, por meu mundo
E nada mais
Não estou bem certo
Que ainda vou sorrir
Sem um travo de amargura
Como ser mais livre
Como ser capaz
De enxergar um novo dia
Eu que tinha tudo
Hoje estou mudo
Estou mudado
À meia-noite, à meia luz
Pensando
Daria tudo, por um modo
De esquecer
Eu queria tanto
Estar no escuro do meu quarto
À meia-noite, à meia luz
Sonhando
Daria tudo, por meu mundo
E nada mais

domingo, 27 de janeiro de 2013

Migalhas - Simone, cantora brasileira

Migalhas

Composição: Erasmo Carlos

Sinto muito mas não vou medir palavras
Não se assuste com as verdades que eu disser
Quem não percebeu a dor do meu silêncio
Não conhece o coração de uma mulher
Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor
Do seu amor
Quem começa um caminho pelo fim
Perde a glória do aplauso na chegada
Como pode alguém querer cuidar de mim
Se de afeto esse alguém não entende nada
Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor
Do seu amor
Não foi esse o mundo que você me prometeu
Que mundo tão sem graça
Mais confuso do que o meu
Não adianta nem tentar
Maquiar antigas falhas
Se todo o amor que você tem pra me oferecer são migalhas
Migalhas
Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor
Do seu amor
Sinto muito mas não vou medir palavras
Sinto muito

Se Não É Amor - Alcione, cantora brasileira

Se Não É Amor

Composição: Luciana Browne / Carlos Colla

Se não é amor
Por que você me olha desse jeito,
E faz essa bagunça no meu peito,
Em cada vez que a gente chega perto?
Se não é amor...
O que que eu tenho a ver com a sua vida
Por que não aceito logo a despedida,
Te deixo, vou embora e tudo certo?
Se não é amor...
Por que que eu não arrumo outra pessoa,
E aceito esse teu caso numa boa,
Por que que eu não me sinto indiferente?
Se não é amor...
Por que que eu não encontro graça em nada
Por que me sinto à margem de uma estrada
Por que não é tudo diferente?
Se não é amor...
Por que que ainda fico a sua espera
Por que, mesmo sabendo que já era,
Meu coração não sai desse castigo?
Se não é amor...
Por que que ainda deixo a porta aberta
Por que que essa saudade não se aquieta
Por que que eu não me esqueço de você?

sábado, 26 de janeiro de 2013

Sutilmente - Skank, banda de rock, brasileira

Sutilmente


Composição: Samuel Rosa / Nando Reis

E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti.