Aunque tu, me has hechado en el abandono Aunque tu, has muerto mis ilusiones. En vez de maldecirte con justo encono, En mis sueños te colmo, En mis sueños te colmo de bendiciones. Sufro la inmensa perda de tu extravio, Siento el dolor profundo de tu partio Y lloro sin que tu sepas que el llanto mio Tiene lágrimas negras, Tiene lágrimas negras como mí vida.
Aunque tu, me has hechado en el abandono Aunque tu, has muerto mis ilusiones. En vez de maldecirte con justo encono, En mis sueños te colmo, En mis sueños te colmo de bendiciones. Sufro la inmensa perda de tu extravio, Siento el dolor profundo de tu partio Y yo lloro sin que tu sepas que el llanto mio Tiene lágrimas negras, Tiene lágrimas negras como mí vida.
Ahi en el Guadalquivir, las gitanas lavan, los niños en la orilla viendo los barcos pasar, agua del limonero, agua del limonero si te acaricio la cara tienes que darme un beso,
Ahi en el Guadalquivir, mi gitana lavaba, pañuelo de blanco y oro que yo te daba, que yo te daba agua del limonero, agua del limonero si te acaricio la cara tienes que darme un beso.
Tu me quieres dejar y yo no quiero sufrir, contigo me voy gitana aunque me cueste morir, contigo me voy gitana aunque me cueste morir.
Meses atrás neste blog reclamei das produções de videoclipes regionais, da dificuldade em encontrar trabalhos que demonstrassem esmero profissional. Dirão muitos que esse problema estende-se sem limitações em toda parte e qualquer procura esbarra na maioria de criações livres e sem compromisso com a técnica e com a beleza da apresentação. Ora, isso é verdade, mas felizmente vão surgindo trabalhos bem elaborados e quando se trata de arte regional ficamos felizes ao nos deparamos com uma mostra de harmonia entre música, imagem e canto. Nenhum artista certamente fica satisfeito ao ver seu talento desmerecido em produções de baixa qualidade. Por isso, repito, ficamos felizes ao deleite de nosso ritmo nativo principalmente quando interpretado por uma artista do melhor quilate e autenticidade como Dona Onete, que nos brinda com uma apresentação de carimbó no Ver-o-Peso, cartão postal de nossa amada Belém do Pará, adicionando a esse famoso ponto turístico um colorido especial e uma alegria tipicamente paraense. Um abraço a todos.
Aproxima-se a tradicional festa do Çairé realizada anualmente em setembro na Vila de Alter do Chão, parte do município de Santarém (PA) Brasil. No verão amazônico, quando as belíssimas praias desnudam-se às margens do Tapajós e outros rios da região, Alter do Chão é privilegiada pelo surgimento da ilha de branca areia no meio de águas cristalinas, proporcionando com o verde da vegetação e o o azul límpido do céu uma paisagem amazônica espetacular e envolvente. Beleza natural que encanta nossos olhares e nos seduz. Dias de sol em que a vila recebe turistas de toda parte do mundo, também atraídos pela festa incomum de tradições sagradas com seu aspecto folclórico e profano nas disputas dos lendários botos tucuxi e cor de rosa defendidos por suas agremiações e seus simpatizantes com acirradas disputas em um espetáculo de música, dança, alegorias e efeitos visuais que buscam atrair mais admiradores. Dias em que esquecemos nossa alimentação rotineira e degustamos os deliciosos pratos típicos amazônicos.. Vale a pena participar dessa festa e para tanto é preferível consultar agências de viagem, ou se viajando por conta própria a partir de Belém (Estado do Pará) ou Manaus (Estado do Amazonas) de avião ou navio até Santarém e daí em curta viagem por estrada asfaltada até Alter do Chão, com suas pousadas e hotéis. Pesquise Alter do Chão no Google. Um abraço a todos.
Que Amor É Esse Que Foi Tão Falso E Ao Mesmo Tempo Verdadeiro Que Foi Mais Um E Ao Mesmo Tempo É o Primeiro Que Amor Estranho Existe No Teu Coração Que Amor É Esse Que Foi Tão Breve E Ao Mesmo Tempo Tão Profundo Que Fez De Mim O Ser Mais Livre Desse Mundo Intimidade Que Acabou Em Solidão Que Amor É Esse Que Me Suplica, Me Procura E Me Rejeita Minha Dóze De Loucura Mais Perfeita Promete Tudo E Nunca Faz O Que Falou Que Amor É Esse, Que Droga É Essa Que Domina Meus Sentidos Nos Encontramos E Ficamos Mais Perdidos E Sem Nós Dois Eu Não Encontro A Solução
Refrão: Que Amor É Esse Que É Capaz De Até Morrer Por Mim Como É Que Pode Ser Tão puro e tao Vulgar Assim Que Me Faz Bem E Me Faz Mal, Como É Que Eu Sou Capaz, De Te Odiar E Te Querer Cada Vez Mais.
Ai, ai, que bom Que bom, que bom que é Uma estrada e uma cabocla Cum a gente andando a pé Ai, ai, que bom Que bom, que bom que é Uma estrada e a lua branca No sertão de Canindé Artomove lá nem sabe se é home ou se é muié Quem é rico anda em burrico Quem é pobre anda a pé Mas o pobre vê nas estrada O orvaio beijando as flô Vê de perto o galo campina Que quando canta muda de cor Vai moiando os pés no riacho Que água fresca, nosso Senhor Vai oiando coisa a grané Coisas qui, pra mode vê O cristão tem que andá a pé