quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Banzeiros De Amores - Klebber Max, cantor / compositor brasileiro

Olá, amigos e amigas visitantes,

Klebber Max realmente surpreendeu-me com a produção desta filmagem em cenas que mostram a cidade de Belém e em primeiro plano vemos o cantor vestido com uma camisa da bandeira do Pará, interpretando uma nova música que em parceria fizemos. A canção pretende tocar o coração das lindas jovens que moram às margens dos rios da amazônia, denominados habitantes ribeirinhos em suas casas simples, porém cercadas de beleza natural verde e exuberante, com todos os seus encantos e magias.  Um abraço a todos.
Banzeiros de amores

Composição: Klebber Max  / Luiz M F Maia

Quero ser
Mito dos rios
Que salta à tua janela
Minha linda ribeirinha

Quero ouvir
Teu alegre riso
Permeando meu caminho

Quero ser
Rio Negro tajá viçoso
Em teu jardim de suspiros

Alentos do meu viver
Viver de amor por ti
Doce e linda moreninha

Quero ser
Asas abertas
Sobre o verde açaizal
Que sombreia tua morada

Quero sentir
Meu coração em banzeiros
De amores à minha amada

Quero sim
Suavemente levar
Em meus braços de águas
Teus encantos
Doce e linda moreninha

Eu quero
Viver de amor por ti
Doce e linda ribeirinha








sábado, 17 de setembro de 2016

Bésame - Leila Pinheiro, cantora brasileira

Bésame

Composição: Flávio Venturini / Murilo Antunes

A orquestra já nos chamou
Abri meu coração
Tremeu o chão
Eu vi que era feliz
À luz de um cabaré
La noche nuestra
O mundo a rodar
Vem o fogo da paixão nos queimar
La luna tropical
O som de um bandoneon
Não me canso de pedir

Besame
Besame mucho mas
Besame
Besame mucho mas

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Caminhada Ao Santuário - Klebber Max, cantor / compositor brasileiro

Caminhada Ao Santuário

Composição: Luiz M F Maia / Klebber Max

A cada ano em outubro
Escolho sempre ficar
Em minha acolhedora
Amada Belém do Pará

À sombra das belas mangueiras
Entre teus filhos na fé
Irei ao teu santuário
Senhora de Nazaré

Nos teus braços Jesus
Em teu círio nos conduz
Convida-nos a segui-lo
Aos tempos vindouros de paz

Exulta meu coração ao sentir
Que intercedes por nós
Afasta-nos de todo mal
Concede-nos tua bênção
Com teu amor maternal

Conosco sempre a alegria
Ao louvar tua presença
Senhora de Nazaré
Na Amazônia brasileira
Que te elegeu Padroeira


domingo, 7 de agosto de 2016

Lagrimas Negras - Bebo Valdés, pianista-compositor cubano / Paquito D'Rivera, saxofonista-clarinetista cubano / Diego el Cigala, cantor espanhol


Lagrimas Negras

Composición: Bebo Valdés

Aunque tu, me has hechado en el abandono
Aunque tu, has muerto mis ilusiones.
En vez de maldecirte con justo encono, 
En mis sueños te colmo, 
En mis sueños te colmo de bendiciones.
Sufro la inmensa perda de tu extravio,
Siento el dolor profundo de tu partio
Y lloro sin que tu sepas que el llanto mio
Tiene lágrimas negras, 
Tiene lágrimas negras como mí vida.

Aunque tu, me has hechado en el abandono
Aunque tu, has muerto mis ilusiones.
En vez de maldecirte con justo encono, 
En mis sueños te colmo, 
En mis sueños te colmo de bendiciones.
Sufro la inmensa perda de tu extravio,
Siento el dolor profundo de tu partio
Y yo lloro sin que tu sepas que el llanto mio
Tiene lágrimas negras, 
Tiene lágrimas negras como mí vida.

Ahi en el Guadalquivir,
las gitanas lavan,
los niños en la orilla viendo los barcos pasar,
agua del limonero, agua del limonero
si te acaricio la cara tienes que darme un beso,

Ahi en el Guadalquivir,
mi gitana lavaba,
pañuelo de blanco y oro que yo te daba, que yo te daba
agua del limonero, agua del limonero
si te acaricio la cara tienes que darme un beso.

Tu me quieres dejar y yo no quiero sufrir,
contigo me voy gitana aunque me cueste morir,
contigo me voy gitana aunque me cueste morir.

sábado, 30 de julho de 2016

Apeú - Belas Lembranças - Luiz M F Maia


Apeú - Belas Lembranças

No sítio do já faz tempo
Na margem do Apeú
Da mata chegava cedinho
O canto do passarinho
Era tanta calmaria
Peixe e açaí todo dia

Na margem do Apeú
Cupuaçu não faltava
De manhã igarapé
Na brasa o pirarucu

Sol baixando o bate-bola
No campinho arranca toco
Gol de bicuda ou de sola
Sem tapa nem troca de soco

Pendurada na parede
Lamparina se acendia
Cada um atava rede
Logo cedo se dormia

Fogão de barro lá fora
          O carvão ainda aceso
Esquentava a sobra do dia

Às vezes depois do jantar
Histórias de assombração
Todos prestando atenção
Aos contos de arrepiar

Certa noite preparados
Todos prontos pra sair
Aonde vão sem avisar?
Pra festa em Macapazinho
          
Se é de gosto fica aí
Matinta-Perêra não tarda
Sem demora ouvirás
Seu assobio na mata
Guarda o fumo pra Matinta
Não vais cachimbar sozinho

Credo em cruz
Deus me defenda
Com todo respeito que tenho
A qualquer um encantado
Em feitiço não me empenho

Mas devido à circunstância
Pois dela quero distância
Faço até uma oferenda
Pra não ver Matinta ao lado

Aos pulos meu coração
Atrás da turma a caminho
Não me deixem aqui amigos
Dessa festa gosto tanto
Lá vou eu Macapazinho   

Nem morto fico sozinho
Pra ela não me seguir
Pra Matinta até deixei
Na janela um cigarrinho

Fui...             (Luiz Maia)

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Segredo - Dalva de Oliveira, cantora brasileira

Segredo 

Composição: Herivelto Martins / Marino Pinto 

Seu mal é comentar o passado
Ninguém precisa saber
O que houve entre nós dois
O peixe é pro fundo das redes
Segredo é pra quatro paredes
Não deixe que males pequeninos
Venham transtornar os nossos destinos
O peixe é pro fundo das redes
Segredo é pra quatro paredes
Primeiro é preciso julgar
Pra depois condenar

Quando o infortúnio nos bate à porta
E o amor nos foge pela janela
A felicidade para nós está morta
E não se pode viver sem ela
Para o nosso mal
Não há remédio
Coração
Ninguém tem culpa da nossa desunião

sexta-feira, 15 de julho de 2016

No Meio do Pitiú - Dona Onete, cantora / compositora brasileira

Olá, amigos a amigas visitantes,
Meses atrás neste blog reclamei das produções de videoclipes regionais, da dificuldade em encontrar trabalhos que demonstrassem esmero profissional. Dirão muitos que esse problema estende-se sem limitações em toda parte e qualquer procura esbarra na maioria de criações livres e sem compromisso com a técnica e com a beleza da apresentação. Ora, isso é verdade, mas felizmente vão surgindo trabalhos bem elaborados e quando se trata de arte regional ficamos felizes ao nos deparamos com uma mostra de harmonia entre música, imagem e canto. Nenhum artista certamente fica satisfeito ao ver seu talento desmerecido em produções de baixa qualidade. Por isso, repito, ficamos felizes ao deleite de nosso ritmo nativo principalmente quando interpretado por uma artista do melhor quilate e autenticidade como Dona Onete, que nos brinda com uma apresentação de carimbó no Ver-o-Peso, cartão postal de nossa amada Belém do Pará, adicionando a esse famoso ponto turístico um colorido especial e uma alegria tipicamente paraense. Um abraço a todos.
No Meio Do Pitiú

Composição: Dona Onete

A garça namoradeira
Namora o malandro urubu
Eles passam a tarde inteira
Causando o maior rebu
Na doca do Ver-o-Peso
No meio do pitiú
No meio do pitiú

Eu fui cantar carimbó
Lá no Ver-o-Peso
Urubu sobrevoando
Eu logo pude prever
Parece que vai chover
Parece que vai chover

Depois que a chuva passar
Vou cantar carimbó pra você
No meio do pitiú
No meio do pitiú

Urubu Malandro
Foi passear lá no Marajó
Comeu de tudo
Mas viveu numa tristeza só
Urubu lhe perguntou:
O que se passa compadre?
Tô com saudade da minha branca
Do Ver-o-Peso  e da sacanagem
Lá eu sou pop star
No meio da malandragem
Fico bem na foto
Nas entrevistas
E nas reportagens
No meio do pitiú
No meio do pitiú

quarta-feira, 13 de julho de 2016

A Minha Prece De Amor - Sílvio César, cantor / compositor brasileiro

A Minha Prece De Amor

Composição: Sílvio César

Meu amor, não deixe o nosso amor entristecer
que não pode um grande amor enfraquecer
Eu deixei nas tuas mãos os sonhos meus
e de ti não quero ouvir nenhum adeus

E foi num mundo de tanta violência e tão pouco amor
onde eu não reconheço mais meu pai, nem minha mãe
e vejo nos olhos do meu irmão tanto medo,
no sorriso do meu vizinho tanta desconfiança
e nos gestos do meu inimigo tanto rancor e nenhum perdão

Foi num mundo de muitos deuses e poucas crenças
muita ciência e pouca humildade
mundo de grandes e pequenos, fortes e fracos, ricos e pobres
Foi num mundo como esse que eu te encontrei e te amei
e quero fazer de ti minha mulher

Vem e põe nas minhas mãos o coração
Eu te dei e quero ter o teu perdão
Faz do amor que existe em nós amor sem fim
Paz na terra a quem amou assim

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Alter do Chão - Festa do Çairé

Olá, amigos e amigas visitantes,
Aproxima-se a tradicional festa do Çairé realizada anualmente em setembro na Vila de Alter do Chão, parte do município de Santarém (PA) Brasil. No verão amazônico, quando as belíssimas praias desnudam-se às margens do Tapajós e outros rios da região, Alter do Chão é privilegiada pelo surgimento da ilha de branca areia no meio de águas cristalinas, proporcionando com o verde da vegetação e o o azul límpido do céu uma paisagem amazônica espetacular e envolvente. Beleza natural que encanta nossos olhares e nos seduz. Dias de sol em que a vila recebe turistas de toda parte do mundo, também atraídos pela festa incomum de tradições sagradas com seu aspecto folclórico e  profano nas disputas dos lendários botos tucuxi e cor de rosa defendidos por suas agremiações e seus simpatizantes com acirradas disputas em um espetáculo de música, dança, alegorias e efeitos visuais que buscam atrair mais admiradores. Dias em que esquecemos nossa alimentação rotineira e degustamos os deliciosos pratos típicos amazônicos.. Vale a pena participar dessa festa e para tanto é preferível consultar agências de viagem, ou se viajando por conta própria a partir de Belém (Estado do Pará) ou Manaus (Estado do Amazonas) de avião ou navio até Santarém e daí em curta viagem por estrada asfaltada até Alter do Chão, com suas pousadas e hotéis. Pesquise Alter do Chão no Google. Um abraço a todos.        







sábado, 9 de julho de 2016

Faltando Um Pedaço - Djavan, cantor / compositor brasileiro


Faltando Um Pedaço
Composição: Djavan
O amor é um grande laço
Um passo pr'uma armadilha
Um lobo correndo em cí­rculo
Pra alimentar a matilha
Comparo sua chegada
Com a fuga de uma ilha

Tanto engorda quanto mata
Feito desgosto de filha
O amor é como um raio
Galopando em desafio
Abre fendas, cobre vales

Revolta as águas dos rios
Quem tentar seguir seu rastro
Se perderá no caminho
Na pureza de um limão
Ou na solidão do espinho

O amor e a agonia
Cerraram fogo no espaço
Brigando horas a fio
O cio vence o cansaço

E o coração de quem ama
Fica faltando um pedaço
Que nem a lua minguando
Que nem o meu nos seus braços

quinta-feira, 26 de maio de 2016

La Rosa Y El Ruiseñor - Joselito, cantor espanhol

El Ruiseñor

Composição:

Una vez un ruiseñor
Con las claras de la olora
Quedó preso de una flor
Lejos de su ruiseñora
Esperando su vuelta en el nido
Ella vio que la tarde moría
Y a la noche cantándole al río
Medio loca de amor le decía

¿Dónde estará mi vida?
¿Por qué no viene?
¿Qué rosita encendida me lo entre tiene?

Agua clara que caminas
Entre juncos y mimbrales
Dile que tienen espinos
Las rosas de los rosales
Dile que no hay colores que yo no tenga
Que me muero de amores
¡Dile que venga!

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Bastidores - Cauby Peixoto, cantor brasileiro


Recordando Cauby

Bastidores

Composição: Chico Buarque de Hollanda

 Chorei, chorei, até ficar com dó de mim
E me tranquei no camarim
Tomei um calmante
Um excitante e um bocado de gim

Amaldiçoei o dia em que te conheci
Com muitos brilhos me vesti
Depois me pintei, me pintei, me pintei, me pintei

Cantei, cantei
Como é cruel cantar assim
E num instante de ilusão,
Te vi pelo salão
A caçoar de mim

Não me troquei,
Voltei correndo ao nosso lar,
Voltei pra me certificar
Que tu nunca mais vais voltar, vais voltar, vais voltar

Cantei, cantei
Nem sei como eu cantava assim
Só sei que todo cabaré
Me aplaudiu de pé quando cheguei ao fim.

Mas não bisei,
Voltei correndo ao nosso lar,
Voltei pra me certificar
Que tu nunca mais vais voltar, vais voltar, vais voltar

Cantei, cantei
Jamais cantei tão lindo assim
E os homens lá pedindo bis
Bêbados e febris à se rasgar por mim

Chorei, chorei até ficar com dó de mim

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Que Amor É Esse - Roberta Miranda, cantora / compositora brasileira


Que Amor É Esse

Composição: Roberta Miranda 

Que Amor É Esse
Que Foi Tão Falso 
E Ao Mesmo Tempo Verdadeiro
Que Foi Mais Um 
E Ao Mesmo Tempo É o Primeiro
Que Amor Estranho
Existe No Teu Coração
Que Amor É Esse
Que Foi Tão Breve
E Ao Mesmo Tempo Tão Profundo
Que Fez De Mim 
O Ser Mais Livre Desse Mundo
Intimidade Que Acabou Em Solidão
Que Amor É Esse
Que Me Suplica, Me Procura
E Me Rejeita
Minha Dóze De Loucura Mais Perfeita
Promete Tudo E Nunca Faz O Que Falou
Que Amor É Esse, Que Droga É Essa
Que Domina Meus Sentidos
Nos Encontramos E Ficamos Mais Perdidos
E Sem Nós Dois Eu Não Encontro A Solução

Refrão:
Que Amor É Esse Que É Capaz De Até Morrer
Por Mim Como É Que Pode Ser Tão puro e tao Vulgar Assim Que Me Faz Bem E Me Faz Mal, Como É Que Eu Sou Capaz, De Te Odiar E Te Querer Cada Vez Mais. 

terça-feira, 26 de abril de 2016

Casinha Branca - Peninha, cantor brasileiro

Casinha Branca

Composição: Joran / Gilson / Marcelo

Eu tenho andado tão sozinho ultimamente
Que nem vejo à minha frente
Nada que me dê prazer
Sinto cada vez mais longe a felicidade
Vendo em minha mocidade
Tanto sonho perecer
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca  de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Às vezes saio a caminhar pela cidade
À procura de amizades
Vou seguindo a multidão
Mas eu me retraio olhando  em cada rosto
Cada um tem seu mistério
Seu sofrer, sua ilusão
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Eu queria ter na vida simplesmente um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Eu queria ter na vida simplesmente 
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer